Muitos candidatos perdem o direito à vaga porque confiam apenas em fotos. Nós utilizamos a Ciência Antropológica para provar seu fenótipo com autoridade técnica.
Você estudou anos, abdicou de momentos com a família e investiu dinheiro. Na hora da heteroidentificação, uma banca te avalia em 60 segundos e decide que você "não é pardo".
O maior erro de um advogado inexperiente é levar o caso ao Juiz apenas com fotos e esperar que ele decida. Nem sempre é o caso. O Juiz não é especialista em fenótipo. Se ele tiver um olhar subjetivo diferente do seu, sua chance acaba ali.
Atenção: A depender do caso, sem prova técnica, o Judiciário tende a manter a decisão da banca por presunção de legitimidade.
Nós não trabalhamos com "achismos". Nossa defesa é pautada na produção de prova pericial científica, transformando sua aparência em um fato jurídico incontestável.
A prova técnica tem muito mais peso do que a opinião de uma banca que mal te olhou nos olhos.
O ideal é o candidato instruir seu recurso administrativo com laudo de dermatologista utilizando a Escala de Fitzpatrick, atestando cientificamente o fototipo da sua pele e características fenotípicas.
No processo, exigimos um Perito Antropólogo nomeado pelo Juiz. Ele fará uma análise científica da sua ascendência, fenótipo e inserção social. O laudo do perito é o que realmente guia a sentença do Juiz.
O Dr. Fabio Portela é especialista em reverter injustiças em concursos públicos. Com uma abordagem técnica e focada na produção de provas robustas, ele entende que cada detalhe do edital e cada característica fenotípica são fundamentais para garantir a sua posse.
Se você foi injustiçado na heteroidentificação, o tempo é seu inimigo. Cada dia conta para protocolar sua defesa com a estratégia correta.
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