A banca diz que sua deficiência "não é suficiente" para as cotas, mas alega que ela o impede de exercer o cargo? Essa contradição é ilegal e nós sabemos como revertê-la.
Muitas bancas examinadoras utilizam critérios arcaicos e puramente médicos (CID) para excluir candidatos, ignorando a Lei Brasileira de Inclusão.
Visão Monocular e Auditiva: Frequentemente ignoradas sob o pretexto de "não atingir o grau mínimo", contrariando súmulas do STJ.
Contradição Absurda: Ser considerado "saudável" para perder a cota e "incapaz" para ser eliminado do cargo.
Avaliação Falha: Perícias que duram 5 minutos e ignoram laudos de especialistas que acompanham o candidato há anos.
O Dr. Fabio Portela atua na linha de frente contra as arbitrariedades das bancas. Entendemos que a avaliação deve ser biopsicossocial (IF-Br), analisando como a deficiência impacta sua vida, e não apenas um número de CID.
Lutamos para garantir que as adaptações tecnológicas sejam consideradas. Se a tecnologia permite que você trabalhe com excelência, a banca não pode te impedir de servir ao país.
Não. Se a deficiência se enquadra nos critérios legais, o grau de leveza não é motivo de exclusão, desde que impacte a participação social em igualdade de condições.
É possível entrar com Mandado de Segurança ou Ação Ordinária com pedido de liminar para garantir sua permanência no certame enquanto discutimos a compatibilidade do cargo.
Não deixe que um perito desatualizado destrua seus anos de dedicação. Fale agora com um especialista.
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