Não deixe que o relógio e o clima destruam anos de dedicação. Se você correu sob sol escaldante enquanto outros tiveram o frescor da manhã, sua avaliação foi injusta.
Imagine o cenário: seu nome começa com "Z" e você foi convocado para correr às 12:00h, sob um sol de 35ºC e umidade baixíssima. Enquanto isso, o candidato "A" realizou o mesmo teste às 08:00h da manhã, com agradáveis 22ºC.
Essa discrepância não é apenas "azar". É uma violação direta ao Princípio da Isonomia. O TAF exige condições iguais para todos, e fatores climáticos extremos alteram drasticamente o desempenho fisiológico do corpo humano.
"O esforço metabólico para correr ao meio-dia é até 30% maior. A justiça não pode ignorar a ciência."
Altas temperaturas levam à exaustão precoce, impedindo que o candidato demonstre sua real capacidade física.
Se as condições de avaliação não são similares, o concurso deixa de ser meritocrático para ser aleatório.
Utilizamos dados oficiais para provar as condições extremas no momento exato da sua prova.
Evidenciamos o impacto fisiológico desproporcional causado pelo calor em comparação a outros grupos.
Não pedimos aprovação automática, mas sim o direito constitucional de um teste em condições justas.
O Dr. Fabio Portela é especialista em Direito Público e defende candidatos contra abusos cometidos por bancas examinadoras. Com uma atuação pautada na técnica e na jurimetria, nossa missão é garantir que sua dedicação não seja em vão.
Quanto antes iniciarmos a coleta das provas meteorológicas e a fundamentação jurídica, maiores são as chances de sucesso na sua liminar.
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